Pilha de leituras

Março 6, 2008

“Knowledge governance in a Japanese project-based organization”

Arquivado em: Gestão de Projetos, Gestão do Conhecimento, Internet, Lidos — Marcelo Yamada @ 9:07 am

Fonte: http://www.ingentaconnect.com/content/pal/kmrp/2006/00000004/00000001/art00005

Descrição: Leitura indicada por Eduardo Farias em um fórum do site da SBGC (http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/foruns/tm.asp?m=4934&forumid=30). Estudo de Vesa Peltrokorpi e Emiko Tsuyuki sobre práticas de “governança do conhecimento” em “empresas baseadas em projetos” (PBO – Project-Based Organizations). Segundo os autores, as PBO são o modelo organizacional mais adequado para lidar com mercados em constante mudança, e embora sejam estruturas propícias à geração de novos conhecimentos não são eficientes na localização, compartilhamento e aprendizagem em nível corporativo (inter-projetos), devido à conexão frágil entre as equipes de projeto e os desafios no equilíbrio entre os objetivos de curto prazo e a aprendizagem organizacional de longo prazo (pág. 36). Para suprir esta lacuna, sugerem a necessidade de processos formais de governança. O estudo se apóia em revisão de literatura sobre GC e governança e na análise de um caso prático: a empresa japonesa Maekawa Manufacturing Ltd.

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Março 4, 2008

“What’s the New Face of Knowledge Management?”

Arquivado em: Gestão do Conhecimento, Internet, Lidos — Marcelo Yamada @ 12:22 pm

Fonte: http://www.kmworld.com/Articles/White-Paper/Article/What’s-the-New-Face-of-Knowledge-Management–39997.aspx

Descrição: Artigo que faz parte da publicação “Best Practices in Enterprise Knowledge Management“, publicada pelo portal KMWorld em dezembro de 2007.  A proposta do artigo é avaliar os erros do passado para explicar como deve ser a gestão do conhecimento deste momento em diante.

Anotações: O artigo parece ter um grande viés tecnológico, pois o autor Andy Moore se apóia em depoimentos de fornecedores de soluções de software para montar sua linha de argumentação. Ao mesmo tempo, o artigo de duas páginas não me parece conclusivo. Mas um trecho em especial – embora possa soar óbvio – fez a leitura valer a pena:

“How many executives do you know who will continuously throw money at a problem with no measurable outcome?” asks Brent Hayward, VP of professional services for the Americas at InQuira. “That’s been the challenge for several years.” But Brent doesn’t leave his rhetorical question unaddressed. “One way to develop an ROI is to differentiate between the ‘one-time events’ versus the lingering problem that just made 400 people call you over the past 24 hours. If you can reuse information to make THAT resolution faster, you can measure the effectiveness of the solution.

So the low-hanging fruit—transactional processes that could be measurably improved—became the first front of the war.

Fevereiro 28, 2008

“Gestão do Conhecimento Aplicada à Prática da Gerência de Projetos”

Arquivado em: Gestão de Projetos, Gestão do Conhecimento, Lidos, Livros — Marcelo Yamada @ 10:37 pm

Autor: Roberto Luís Capuruço Gattoni

Editora: Com Arte

Descrição: Avaliação da aplicabilidade da GC em processos de Gerenciamento de Projetos. Oferece um análise comparativa entre um conjunto de referências teóricas da GC e as práticas de GC constatadas em um processo de gerenciamento de projetos de uma empresa real.

Anotações: O livro não esgota as possibilidades sobre o assunto, mas constitui um bom ponto de partida para o seu estudo.
Os eventuais interessados podem continuar seus estudos após o livro por meio dos artigos de José Renato Santiago Sátiro Júnior publicados na revista MundoPM.

Fevereiro 14, 2008

“Um Modelo de Mensuração da Contribuição da Gestão do Conhecimento em Projetos”

Arquivado em: Gestão de Projetos, Gestão do Conhecimento, Lidos, Revistas — Marcelo Yamada @ 3:03 am

Fonte: Revista Mundo PM – Número 16 – Ago/Set 2007

Descrição: Artigo de José Renato Sátiro Santiago Junior e Mauro de Mesquita Spinola sobre indicadores que podem ser utilizados para mensuração dos resultados da GC em projetos.

Anotações: Parece ser um substrato (ou subproduto) da tese de doutorado de José Renato, que menciono em outro post desta pilha de leituras. Menciona a necessidade de utilização de indicadores-meio e indicadores-fim, e faz recomendações genéricas para a escolha de indicadores que sejam realmente úteis. Exemplifica com indicadores também sugeridos na tese – uma opção a quem não faz idéia de por onde começar. Em resumo: é uma boa leitura antes da avaliação de qualquer candidata a metodologia de mensuração. Talvez você não concorde com os indicadores propostos, mas estes servem como referência para avaliar outras propostas.

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