Autor: Etienne Wenger, Richard McDermott, William M. Snyder
Editora: HBS Press
Descrição: Principal livro de referência para a criação e administração de comunidades de prática, escrito por Etienne Wenger – o criador do conceito de CoP.
Anotações: Disponível somente em inglês. Uma boa resenha sobre o livro foi escrita por Mauro Martins no Portal KMOL (http://www.kmol.online.pt/livros/wen02/wen02_p.html).
Um breve post off-topic.
Alguns colegas provavelmente já estavam sabendo: estive trabalhando desde o final do ano passado com o Senac de São Paulo para o desenvolvimento de um novo curso de Gestão do Conhecimento – o “Fundamentos de Gestão do Conhecimento”.
Se conhecerem alguém que quer se iniciar na GC, o curso é uma boa indicação. Incluí na programação do curso a apresentação e a discussão de todas as principais referências teóricas associadas à GC.
Este é o link para a página do curso: página do curso no site do Senac.
Agradeço por qualquer indicação!
Marcelo Yamada
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Fonte: http://www.ingentaconnect.com/content/pal/kmrp/2006/00000004/00000001/art00005
Descrição: Leitura indicada por Eduardo Farias em um fórum do site da SBGC (http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/foruns/tm.asp?m=4934&forumid=30). Estudo de Vesa Peltrokorpi e Emiko Tsuyuki sobre práticas de “governança do conhecimento” em “empresas baseadas em projetos” (PBO – Project-Based Organizations). Segundo os autores, as PBO são o modelo organizacional mais adequado para lidar com mercados em constante mudança, e embora sejam estruturas propícias à geração de novos conhecimentos não são eficientes na localização, compartilhamento e aprendizagem em nível corporativo (inter-projetos), devido à conexão frágil entre as equipes de projeto e os desafios no equilíbrio entre os objetivos de curto prazo e a aprendizagem organizacional de longo prazo (pág. 36). Para suprir esta lacuna, sugerem a necessidade de processos formais de governança. O estudo se apóia em revisão de literatura sobre GC e governança e na análise de um caso prático: a empresa japonesa Maekawa Manufacturing Ltd.
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Fonte: http://www.kmworld.com/Articles/White-Paper/Article/What’s-the-New-Face-of-Knowledge-Management–39997.aspx
Descrição: Artigo que faz parte da publicação “Best Practices in Enterprise Knowledge Management“, publicada pelo portal KMWorld em dezembro de 2007. A proposta do artigo é avaliar os erros do passado para explicar como deve ser a gestão do conhecimento deste momento em diante.
Anotações: O artigo parece ter um grande viés tecnológico, pois o autor Andy Moore se apóia em depoimentos de fornecedores de soluções de software para montar sua linha de argumentação. Ao mesmo tempo, o artigo de duas páginas não me parece conclusivo. Mas um trecho em especial – embora possa soar óbvio – fez a leitura valer a pena:
“How many executives do you know who will continuously throw money at a problem with no measurable outcome?” asks Brent Hayward, VP of professional services for the Americas at InQuira. “That’s been the challenge for several years.” But Brent doesn’t leave his rhetorical question unaddressed. “One way to develop an ROI is to differentiate between the ‘one-time events’ versus the lingering problem that just made 400 people call you over the past 24 hours. If you can reuse information to make THAT resolution faster, you can measure the effectiveness of the solution.
So the low-hanging fruit—transactional processes that could be measurably improved—became the first front of the war.
Autor: Peter Weill, Jeanne W. RossChristophe Dejours
Editora: M.Books
Descrição: Livro indicado por Cláudio Próspero no fórum da SBGC (http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/foruns/tm.asp?m=4921&forumid=&mpage=1&key=ጹ)
Trecho extraído da mensagem no fórum: “O texto abaixo é uma ótima fonte para explorar os conceitos que são base para as seguintes Estruturas de Referência (Framework) : Cobit, ITIL, ISO 27001, ISO 20000, PMI e Sarbanes-Oxley.“
Anotações: —